sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Reverendo Franklin no Bourbon Street


Ééééééé, tá chegando!!!

dia 01 de Outubro estarei no Bourbon Street Music Club em Moema São Paulo no mesmíssimo palco onde se apresentaram B. B. King, Ray Charles, Betty Carter, Shirley Horn, Nina Simone, Dianne Schuur, Diana Krall, Marcus Miller, Billy Paul, Ron Carter, Take Six, Koko Taylor, Johnny Rivers, T.S. Monk, Dianne Reeves, Joshua Redman, Chucho Valdés, Jimmy Smith, John Pizzarelli, e James Carter...alguns deles, grandes influências na minha música.

Não é todo dia que se estreia no Bourbon Street (palco em que muitos músicos sonham se apresentar)... ou seja, começamos com o pé direito e a convite de uma das maiores e melhores casas de shows do Brasil.
E nós estaremos lá, com o Reverendo Franklin, comemorando os 50 anos da Gravadora Motown...uma das melhores de todos os tempos.
No repertório vai rolar muita Soul Music...e a banda é incrível!! com euzinha no vocal principal...

O show começa às 22:30 e o ingresso custa R$35,00

Pra quem quiser ir, o Bourbon fica na rua dos chanés, em Moema, no.127, façam reservas!

Veja mais sobre o Reverendo:

Do you like good music?


No caso de uma resposta positiva, a banda Reverendo Franklin oferece uma dose de swing e soul music em releituras inusitadas. Através da celebração da música negra, o Reverendo traduz o balanço do soul - resgatado da mistura de sons, etnias e influências do caldeirão cultural de New Orleans e Memphis - para o ritmo brasileiro. Formada por guitarra, baixo, bateria, naipe de metais, teclados e quatro estonteantes vozes femininas, essa big band paulistana foi concebida há pouco mais de dois anos pelos parceiros musicais Marinho e Ferri. Em 2008, os dois embarcaram rumo ao berço do soul e em New Orleans eles lapidaram o conceito que daria o tom dessa nova banda. No início de 2009 nasceu o primeiro filho desse projeto musical, um CD promocional com quatro faixas que recriam músicas de artistas da Motown, Stax, Sun Records e reverbera canções nacionais com arranjos ousados.


Pra Swingar


O soul contava a história da vida daquelas pessoas”. Foi a conclusão que os mentores da banda chegaram ao desembarcar de New Orleans. A saída para adaptar o conceito lapidado à demanda musical verde e amarela foi regravar músicas nacionais com o ritmo emprestado do gueto americano. Esse trabalho cirúrgico foi feito pelo produtor musical Danilo Santana, que hoje comanda os teclados da big band. O baiano já emprestou seu talento a gravações, teatro, publicidade e shows, ao lado de artistas como Simoninha, Jair Rodrigues, Toni Garrido, Luciana Mello, Caetano Veloso, Lenine, Sandra de Sá, Orquestra Sinfônica da Bahia, e as privilegiadas Rita Lee e Paula Lima, que ainda dividem o tecladista com o Reverendo.


Son of a Preacher Man


Reverendo Franklin, um dos precursores do spiritual music em solo americano e pai da diva do soul Aretha Franklin, foi a inspiração que faltava para o batismo da banda. Adaptado à cena paulistana, o Reverendo revisita sucessos de Aretha Franklin, Ike e Tina Turner, Etta James, além de pratas da casa como Roberto Carlos, Som Nosso de Cada Dia e Rita Lee, em versões contagiantes.



Agora é moda


Nos anos 60, a Motown se consolidou como a editora que levava a música negra aos ouvidos da América branca, e em 2009 comemora meio século dos primeiros êxitos. Os sucessos da gravadora avançaram para além do público negro, que antes já seguia de perto o rhythm'n'blues, num processo que faria da música soul um dos primeiros espaços a ultrapassar velhos hábitos de segregação. 50 anos depois, o ritmo edificado e consolidado pela Motown ainda ressoa pelos quatros cantos do globo, e agora é celebrado também através dos acordes reinventados pela big band Reverendo Franklin.


Os Reverendos


Luana Giampietro, de Ribeirão Pires e do Reverendo, é cantora profissional desde os 16 anos, estudou canto durante 12 anos, aos 17 produziu um CD de R&B com músicas próprias. Antes de se tornar devota do Reverendo, Luana atuou em bandas de rock e soul.

Marinho foi integrante da The Brittos, banda consagrada em eventos da Kiss FM, e tocou com Paulo Corcione, produtor musical e músico da banda do mutante Sérgio Dias. Ainda gravou um LP com o produtor musical Lucas Robles e Frankie Arduini pelo selo Arca do Rock (ramificação da RCA). Chegou a tocar com Thiago Rabello e Conrado Góes antes de se converter.

Ferri até se enveredou pro heavy metal, com a banda Witchcraft ao lado de Ricardo Confessori, do Angra, e com Gastão Moreira, do Hip Monters. Com Marinho gravou uma das faixas da Arca do Rock e fundou a banda The Brittos. Alguns acordes depois, essa associação musical culminaria na formação da banda Reverendo Franklin.

Angelo Kanaan começou a batucar aos 13 anos, de lá pra cá foi aluno de Duda Neves, tocou com Guarabyra e gravou dois discos autorais “Só o Abimonismo Salva" (2004) e "Chimpanzé Clube Trio" (2007), foi quando o Reverendo Franklin arrebanhou mais esta ovelha.





2 comentários:

  1. Oi, adorei saber que você gosta de scrapbook, porque eu adoro, mas por enquanto só tenho feito digitais... quero muito fazer à mão também rs

    beijos =)

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  2. Olá!

    vim te fazer uma visitinha,
    ver as novis,
    e te deixar um beijinho!

    =D

    ()*.*()::()*.*()
    (=';'=)::(=';'=)
    (,,)(,,):(,,)(,,)

    PERDOAR OU PERDIR PERDÃO

    O que é mais importante:
    Perdoar ou pedir perdão?
    Quem pede perdão mostra que
    ainda crê no amor.
    Quem perdoa mostra que ainda
    existe Amor para quem crê.
    Mas não importa saber qual das duas coisas
    é mais importante.
    É sempre importante saber que:

    PERDOAR
           é o modo mais sublime de crescer e

    PEDIR PERDÃO

         é o modo mais sublime de se levantar...

    (autor desconhecido)


    (>,,,<)(“)
    (=“;“=)/ / TCHAU!!!
    -(,,)-----ღViViAn\\(^_^)// Sbrussi

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